Nessa semana rolou e ainda tá acontecendo o Salon Privé, um concurso de elegância que reúne só a nata da nata do mundo automotivo, só nave luxuosa e superesportivos. Na edição desse ano, um carro em particular chamou atenção: o ATS GT.
Pra quem não tá ligado, a ATS (Automobili Turismo e Sport) é uma fabricante italiana praticamente formada por dissidentes da Ferrari, mas que desde os anos 1960 (com o 2500 GT) não lançava nada de novo. Agora, com o GT, a marca oferece uma alternativa pra quem acha que um McLaren já não basta mais em termos de exclusividade nesse mundo restrito.

ATS GT

O visual do ATS GT lembra bem a pequena emocional, cheia de curvas fluídas, dos italianos, numa pegada parecida com a Ferrari mesmo. Mas o interior é de chorar: todo revestido por tecido de alcântara. Agora, se é chorar de emoção ou dor, não sei, porque eu ainda não decidi se isso é bonito ou não, mas que causa impacto…
Pra impulsionar essa beleza aí os italianos usam um motor 3.8 V8 biturbo central-traseiro, que rende 659 cv ou 709 cv, dependendo da calibração encomendada pelo interessado. A força é transmitida para as rodas de trás por meio deu câmbio automático de sete marchas com diferencial mecânico. As rodas são massivas: 255/30 R20 na frente e 335/25 R21 atrás. Com esse conjunto, a aceleração de 0 a 100 km/h é em três segundos e máxima passa dos 330 km/h.

ATS GT

O preço da criança na Europa é de 1,150 milhão de euros. R$ 4,3 milhões, amigo. Não é pra qualquer um…